Arquivos para Maio 12th, 2008

Física-Química: “As ondas sonoras”

Maio 12, 2008

Este post destina-se a expôr uma das materias leccionadas nas ultimas aulas: o som.

Poderão encontrar a seguir um pequeno resumo da matéria.

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A Reflexão da luz

Maio 12, 2008

O fenômeno da reflexão consiste na mudança da direcção de propagação da energia ( isto desde que o ângulo de coincidência não seja de 0º )

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Métodos utilizados na agricultura

Maio 12, 2008

Métodos utilizados na agricultura

 

- Adubação

- Agricultura extensiva

- Agricultura natural

- Agricultura orgânica

- Agricultura itinerante

- Aração

- Capina

- Cercas

- Conservação de solo

- Irrigação

- Plantio Direto

- Roças ou “Queimadas”

- Rotação de culturas

- Seleção genética

- Pesticidas

Correcção do teste de Françês

Maio 12, 2008

               Group I

1- 3 4 6 9 10 11 12 14 15

2-
Entrée:1 7 8 10

Plat: 2 3 6

Dessert: 4 5 9

3-Present: c d e g i j k
    Passé compose:a b f h l

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Badminton

Maio 12, 2008

O Badminton é um desporto individual ou de duplas, semelhante ao Ténis, praticado com raquete e um volante.                                       (mais…)

Orfeu e Eurídice

Maio 12, 2008

Orfeu apaixona-se por Eurídice. Numa noite escura esconde-se nas árvores uma serpente, que sinistramente a atingi  no pé .Eurídice, caminha rumo ao mundo dos mortos, estará na residência eterna sobre o império dos deus Hades e Perséfone, sua esposa. Orfeu não consegue viver sem sua amada.Tenta ressuscitar a querida Eurídice, tenta cantar, mas o som não sai da garganta . Eurídice penetra o mundo dos mortos, sente a dor da ferida, ela precisa se acostumar a este novo mundo, onde há escuridão e tortura dos mortos. Chora de saudade do amado.Orfeu atinge a entrada dos infernos, a gruta que fica ao pé do monte Tênaro, afasta-se da luz e penetra as sombras . Mergulha acompanhado pela paixão, que sente por Eurídice.Os deuses Hades e Prosérpina, chamam Eurídice para entrega-la ao poeta, ao ver o esposo um sorriso ilumina seu rosto.

Eurídice deseja abraçar o marido, mas seus braços devem recuar, os deuses não consentem, tal entrelaçamento. Apenas admitem a partida dela, ao lado do esposo. Perséfone adverte, Orfeu deverá ir na frente da amada, sem olhar para o rosto da mulher que tanto ama, durante o percurso no mundo dos mortos, até a entrada no mundo da superfície. Caso contrário Eurídice retornará as sombras.

No final, o poeta cede ao desejo, olha para amada, quando então assiste sua esposa perder-se na sombra chorosa, voltar para o mundo dos mortos.Orfeu perdeu seu amor, volta a superfície, entristecido e solitário.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Maio 12, 2008

     Sophia de Mello Breyner Andresen nascida em 1919 no Porto, lançou vários livros. Desses todos que lançou os que mais encantaram foram: A fada Oriana; Menina de Mar e O rapaz de Bronze. Sophia era uma poeta que gostava daquilo que fazia e que se encantava consigo mesma. Ela conseguiu ganhar 13 prémios durante a sua carreira e uma homenagem. Poetisa e contista portuguesa, nasceu no Porto, no seio de uma família aristocrática, e aí viveu até aos dez anos, altura em que se mudou para Lisboa. De origem dinamarquesa por parte do pai, a sua educação decorreu num ambiente católico e culturalmente privilegiado que influenciou a sua personalidade. Frequentou o curso de Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em consonância com o seu fascínio pelo mundo grego (que a levou igualmente a viajar pela Grécia e por toda a região mediterrânica), não tendo todavia chegado a concluí-lo.
Teve uma intervenção política empenhada, opondo-se ao regime salazarista (foi co-fundadora da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos) e também, após o 25 de Abril, como deputada. Presidiu ao Centro Nacional de Cultura e à Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Escritores. Algumas das suas obras foram:
Poesia, 1944;
Dia do Mar, 1947;
Oral, 1950;
No Tempo Dividido, 1954;
A Fada Oriana, 1958;
Mar Novo, 1958;
A Menina do Mar
, 1958;
Livro Sexto, 1962;
O Rapaz de Bronze
, 1965;
O Cavaleiro da Dinamarca, 1964;
Geografia, 1967;
A Floresta,
1968;
Dual,1972;
Nome das Coisas, 1977;
Musa, 1994
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Geografia Cultural

Maio 12, 2008

A Geografia Cultural pode ser entendida como uma ramo da Geografia preocupada com a distribuição espacial das manifestações culturais, como: religiões, crenças, rituais, artes, formas de trabalho, enfim tudo que é resultado de uma criação ou transformação do homem sobre a natureza ou das suas relações com o espaço. Seja no planeta, em um continente, país etc.

Atualmente, pode-se pensar na Geografia Cultural como sendo aquela que considera os sentimentos e as idéias de um grupo ou povo sobre o espaço a partir da experiência vivida. É uma geografia do lugar. Sua relevância será estabelecida a medida que as referências culturais determinem as ações da sociedade sobre a natureza..

 

http://incomunidade.home.sapo.pt/images/FiloCafe%20-%20

Agricultura

Maio 12, 2008

De momento na disciplina de Geografia, estamos a estudar a agricultura.

Agricultura é o conjunto de técnicas utilizadas para cultivar plantas com o objectivo de obter alimentos, fibras, energia, matéria-prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas, ou apenas para contemplação estética.

A quem trabalha na agricultura chama-se agricultor. A ciência que estuda as características das plantas e dos solos para melhorar as técnicas agrícolas é a agronomia.

Arco do Triunfo

Maio 12, 2008

O Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

A história

Iniciado em 1806, após a vitória napoleônica em Austerlitz, o Arc de Triomphe representa, em verdade, o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte – seja este oficial das forças armadas, esteja ele dotado da eminente insígnia imperial. A obra, no entanto, foi somente finalizada em 1836, dada a interrupção propiciada pela derrocada do Império (1815). Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas.